segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Armadilha do amor


Olá gente, hoje começa então vamos?

O dia estava lindo, mas não estava quente estava era fazendo muito frio alias, mas do que de costume, bom era hoje que Hannah Rafferty se tornaria a ultima mulher solteira de Quicksilver. Ela queria mesmo era ficar o dia todo na cama mais não podia, pois tinha o restaurante para abrir, Hannah se levantou tomou banho e vestiu um jeans velho e uma camiseta branca e desceu seu pai estava na cozinha.

-Oi pai-disse Hannah com uma cara de poucos amigos.

-Oi minha filha, tudo bem? Você esta um pouco estranha- na verdade muita estranha pensou Edgar mais não disse nada ,pois suspeitava por que Hannah estava assim ,deveria ser por causa do casamento de Penny.

-Tá tudo bem sim pai só too com um pouco de dor de cabeça - Na verdade eu estou e com raiva sou a ultima mulher solteira da cidade e quer que eu fique como? pensou ela.

-Pai eu já vou indo tá bem?

-Mas já? Não tomou nem café da manhã, vai sair com fome é?

-Eu não estou com fome pai e depois eu como alguma coisa lá no restaurante

-Esta bem filha até mais tarde

-Até-disse Hannah saindo apressada de casa.

Quando Hannah chegou nó restaurante já tinha muita gente lá e ela teve que ir abrindo espaço entre muita gente.

-Licença, licença – ate que ela chegou á porta e abriu ,toda a multidão entrou e por ultimo entrou ela, depois de ter atendido todos os clientes Hannah encostou-se no balcão e ficou pensando na vida.

-Blem... Blem...Blem...-agora era definitivo Hannah Rafferty era mesmo a ultima mulher solteira de Quicksilver.

Penny Alice acabara de se casar com Joe Dobkins, e ambos tinham mais de noventa anos!

— Fico imaginando se a noiva casou-se de branco — disse Hannah em voz alta, com um aperto no coração.

Não era inveja, mas não podia deixar de pensar se um dia também iria se apaixonar e casar, como as outras mulheres. É claro que sempre estivera muito ocupada para procurar marido, já que criara os irmãos, mas isso não queria dizer que desistiria de pensar no assunto.

— Não fique tão triste — disse Toby Myers, um dos velhos garimpeiros que sempre frequentava o restaurante. — Eu me caso com você.

Hannah pegou a cafeteira e dirigiu-se à mesa dele, servindo a bebida quente. Não era o café que Toby desejava, mas o médico ordenara que suspendesse a bebida, portanto Hannah servia um café sem cafeína, de modo que Toby não desconfiasse e, de fato, até aquele momento, ele não notara a diferença.

A sineta sobre a porta de entrada soou, e Hannah ergueu a cabeça surpresa. Não esperava clientes nos minutos seguintes. Quando se tratava de uma noiva e de um noivo com noventa e dois e noventa e cinco anos, e muitos dos convidados eram seus contemporâneos, demorava um pouco para a comitiva chegar.

— Olá, Hannah! Lembra-se de mim? — perguntou o homem, acomodando a criança nos braços.

Hannah deu um passo à frente, tentando visualizar a silhueta encoberta pela luz do ocaso. Esbugalhou os olhos.

Era Guy McCoy, mas não mais o adolescente magricela que partira de Quicksilver havia quase dezessete anos. Esse Guy tinha mais de um metro e oitenta, ombros largos, e um corpo musculoso e forte, sensual e viril. Rugas imperceptíveis formavam-se no canto dos olhos brilhantes e de um azul profundo, e os cabelos negros exibiam alguns fios prateados.

— Será que mudei tanto assim? — murmurou o recém-chegado.

— Guy? — perguntou Hannah no mesmo tom.

      Sim. — Um sorriso caloroso surgiu no rosto másculo. — E então, Favo de Mel? Onde está o abraço que sempre me dava?

     O apelido e o sorriso tão conhecidos trouxeram lágrimas aos olhos de Hannah que fungou, sem jeito.

.Guy colocou o filho sobre uma cadeira e venceu a curta distância que o separava de Hannah. Ergueu a mão e tocou-lhe a face molhada, dizendo: — O que é isso? Você nunca chorava...

 

Iae como acharam? quarta-feira tem mais...

 

Beijos...s2

 

 

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